O BCAA é necessário?
Texto de Cleydson Sobral
💥Quem nunca conheceu a história de alguém que nem começou a praticar exercício físico regularmente e já comprou o seu conjunto mágico: Whey Protein, Maltodextrina, Glutamina, Pré-Treino e o famoso BCAA?
Os argumentos em relação ao suplemento são sempre os mesmos:
– Evita o catabolismo das proteínas;
– Aumenta a massa magra;
– Define os músculos;
– Fonte de energia;
– Evita a fadiga
São tantos os efeitos que ficamos encantados com o produto e acabamos por comprá-lo.
Para quem não conhece a sigla, vem do inglês: “branched chain amino acids”, que significa aminoácidos de cadeia ramificada, compostos por valina, isoleucina e leucina.
Destes aminoácidos, a leucina tem um papel importante na cascata de sinalização da hipertrofia, devido à ativação do mTOR (proteína que regula a síntese de proteínas). Mas será que o famoso aminoácido é assim tão eficaz?
Estudo sobre o BCAA
Num estudo publicado na Nutrition And Health, Spillane et al. (2012) compararam dois grupos: Grupo Placebo vs. Grupo BCAA.
Os resultados mostraram que o consumo de 9 g de BCAA, quando combinado com treino de resistência ( musculação ), não teve os efeitos esperados na composição corporal e no desempenho muscular, em comparação com o grupo placebo.
Proteínas sólidas
Tenha em conta que as proteínas sólidas, na sua grande maioria, têm entre 15 e 20% das suas proteínas sob a forma de BCAA. Para que fique claro, uma porção de 100 a 140 g de carne, frango ou peixe, ou 4 ovos inteiros ou 200 g de queijo cottage, contém geralmente cerca de 25 a 35 g de proteína, ou seja, 3,75 a 7 g de BCAA, o equivalente, por exemplo, a 7 a 10 cápsulas de BCAA.
Vale a pena tomar suplementos?
Se tem uma alimentação rica em proteínas sólidas: carne, ovos, frango e peixe, ou até mesmo líquidas: whey, blends ou albumina.

NÃO PRECISA DE GASTAR DINHEIRO COM BCAA!!!




